Pular para o conteúdo principal

...

Pairar em vôo livre no ar
sentimento leve no olhar
tristeza não me encanta
permitir me amar
de tudo que veio, vai ou foi é preciso o canto
a alegria verdadeira do encanto
rara de encontrar e cultivar
tem dias que idos deixam-me lamentos tristes
que a viola chora e transforma iluminando...
eu quero a luz que emana plena de só existir.
Amo você, sei que está aí, embora distante...
é em ti que erro as flexas de acertos sempre tão incertos.
admiro sua tão sempre certa certeza,
aceito os risos que te afloram quando meu pensamento destoa
do seu mundo de janelas abertas pelas chaves ordenadas.
Imagino que além de risos o meu ser assim de tantos planos soltos, te inspire também algumas críticas.
só sou assim, sem solicitar ajudas para assim sê-lo.
você é muito sério...quase indiferente.
gostaria de saber que sentimentos permeiam seu coração.
me diz

Liebe Lima (08/2001)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Marina...você se pintou Por Maurício Abdalla

Marina,... você se pintou? Maurício Abdalla [1] “Marina, morena Marina, você se pintou” – diz a canção de Caymmi. Mas é provável, Marina, que pintaram você. Era a candidata ideal: mulher, militante, ecológica e socialmente comprometida com o “grito da Terra e o grito dos pobres”, como diz Leonardo. Dizem que escolheu o partido errado. Pode ser. Mas, por outro lado, o que é certo neste confuso tempo de partidos gelatinosos, de alianças surreais e de pragmatismo hiperbólico? Quem pode atirar a primeira pedra no que diz respeito a escolhas partidárias? Mas ainda assim, Marina, sua candidatura estava fadada a não decolar. Não pela causa que defende, não pela grandeza de sua figura. Mas pelo fato de que as verdadeiras causas que afetam a população do Brasil não interessam aos financiadores de campanha, às elites e aos seus meios de comunicação. A batalha não era para ser sua. Era de Dilma contra Serra. Do governo Lula contra o governo do PSDB/DEM. Assim decidiram as “famiglias” que contr

Fitas coloridas

Uma feira de fitas coloridas e esbanjaste suor no tambor, viajante em águas santas é procissão de nosso senhor. Poeta de palavras vazias esquecido de quem sou tens na palma da mão uma flor que o tempo murchou. O samba que fizeste nínguem mais canta o chapéu que usaste o vento carregou em volta da fogueira que a estrada apagou. Liebe Lima